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(04.09.2019) A Operação Luz na Infância 5 realizada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (04) em Santa Catarina teve seis pessoas presas, sendo cinco em flagrante e uma que estava com mandado de prisão preventiva. Ao todo foram cumpridos 14 mandados judiciais no Estado, sendo 13 mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva.

A ação é uma força-tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública - e abrangida pelas Polícias Civis e a Polícia Federal - que busca suspeitos de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Os trabalhos aconteceram em 14 Estados e o Distrito Federal, além de seis países.

Em Santa Catarina, as prisões foram em Joinville (duas em flagrante e uma por prisão preventiva), Florianópolis, Blumenau e Bandeirante, principalmente pelo armazenamento digital de material com pornografia infantojuvenil.

O Delegado Geral da Polícia Civil, Paulo Koerich, em agenda institucional nesta quarta-feira em Brasília, acompanhou a operação da sala do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

 

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“As investigações sobre esses crimes e dos alvos surgiram a grande maioria delas pelo telefone 181 (disque denúncia da Polícia Civil) e também pelo Ministério da Justiça. Houve um trabalho da Diretoria de Inteligência e das DPCAMIs e requeridos os mandados judiciais cumpridos hoje. É importante destacar a participação da população nas denúncias contra esse tipo de crime”, destacou a Delegada Geral Adjunta, Ester Coelho, em entrevista coletiva na Delegacia Geral, que contou com a participação do Instituto Geral de Perícias (IGP).

Os policiais saíram cedo da manhã para cumprir simultaneamente as ordens judiciais. Os mandados de busca e apreensão foram em Florianópolis (05), Joinville (04), Blumenau, Bandeirante, Balneário Camboriú, Indaial e Guaramirim. A Diretora de Polícia da Grande Florianópolis, Eliane Chaves, ressaltou que a Polícia Civil catarinense já participou desta Operação nas edições anteriores, o que demonstra a ofensiva policial no Estado contra esse tipo de crime.

Em Florianópolis, conforme o delegado Gustavo Kremer, da DPCAMI, foram cinco alvos em que houve cumprimento de busca e apreensão, no Centro, Cachoeira do Bom Jesus, Rio Vermelho e Coqueiros. Os alvos em que não houve a prisão em flagrante também tiveram materiais apreendidos e serão investigados pela PC e os aparelhos periciados pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).

No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos de prisão por compartilhar e de 4 a 8 anos de prisão por produzir conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual. 

 

Texto e fotos: Assessoria de Comunicação - Polícia Civil

 

 

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