(03.09.2019) O mês de agosto ficou marcado por diversas ações de combate e conscientização sobre a violência contra a mulher em Santa Catarina. A iniciativa Agosto Lilás, lançada pelo Governo do Estado no dia 7 de agosto, teve como objetivo levar a discussão sobre o tema para áreas rurais, escolas, presídios, centros de atendimento socioeducativo e unidades de saúde. A Polícia Civil de Santa Catarina participou e promoveu atividades em diversos municípios com o intuito de conscientizar a população sobre o tema da violência e sobre as ações realizadas pelas Delegacias de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMIS).

 

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Palestras

Foram realizadas palestras e paineis de debate em 15 municípios: Florianópolis, Palhoça, São José, São Miguel do Oeste, Lages, Laguna, Rio do Sul, Chapecó, Joinville, Tubarão, Balneário Camboriú, Criciúma, São Bento do Sul, Araranguá e Concórdia. As atividades foram ministradas por representantes das DPCAMIs, que trabalharam temas como as consequências e penas a autores de violências, as ações que podem ser tomadas pelas vítimas, como funcionam as medidas protetivas, questões relativas ao ciclo da violência e redes de apoio. Representantes da Polícia Civil também estiveram presentes em programas de televisão e rádio para divulgar as ações do Agosto Lilás.

 

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Atividades em instituições de ensino

Agosto também foi o lançamento do Programa Polícia Civil por Elas nas Escolas. Ações de consientização começaram a ser realizadas em 12 municípios catarinentes. As turmas contempladas são de adolescentes, que debateram, através de palestras, rodas de conversa e dinâmicas de grupo, temas relacionados à violência, como identificar e combater. As reuniões foram realizadas inicialmente com professores e gestores das insitituições contempladas, para posteriormente atingirem os estudantes. Os municípios contemplados nas primeiras ações foram Itajaí, Balneário Camboriú, Camboriu, Joinville, Tubarão, Criciuma, Chapecó, Jaraguá do Sul, Florianópolis, Xanxerê, São José e Palhoça.

Segundo a delegada Patrícia Zimmermann, da coordenadoria das DPCAMI, o Projeto Polícia Civil por Elas realiza reuniões periódicas para avaliação das ações. "Todo o programa é auditado e avaliado mês a mês, com ações planejadas com embasamento científico e psicológico", explica. A ideia é que o Programa seja expandido para todos os municípios catarinenses.

Além das atividades em instituições de ensino fundamental e médio, representantes das DPCAMIs também palestraram em instituições de ensino superior. Na Unoesc, por exemplo, representantes da DPCAMI de São Miguel do Oeste participaram da abertura da 16ª Semana Acadêmica do Curso de Psicologia. Em Rio do Sul, policiais palestraram na Uniasselvi e na Unidavi.

 

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Oficinas

Agentes e psicólogos policiais realizaram ações de debate e prevenção com grupos de mulheres. Em Itajaí, a Oficina Polícia Civil por Elas: Mulheres que Lutam, contemplou não só rodas de conversa com psicólogos sobre a questão dos ciclos da violência, mas também atividades práticas, como uma oficina de defesa pessoal ministrada por um agente policial especializado. Além dos grupos de discussão com mulheres, o Pograma Polícia Civil Por Elas desenvolve também grupos de conversa com homens autores de violência, que tem servido de referência para ações em outras partes do País.

 

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Atividades em centros socioeducativos

Atividades de reflexão com infratores em cumprimento de pena foram realizadas em instituições socioeducativas como o CASEP (Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório),  em São Miguel do Oeste, e o Presídio Regional de Araranguá. Ao tratar de temas como a questão da violência, a Lei Maria da Penha, como são atendidos e encaminhados os casos atendidos pelas DPCAMI e a prevenção e as consequências para os agressores, a Polícia Civil objetiva reduzir e prevenir a incidência desse tipo de crime entre os presos.

 

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Intervenções

As DPCAMIs também realizaram intervenções públicas relacionadas à temática da violência. Em Florianópolis, a Delegada Geral Adjunta da Polícia Civil, Ester Coelho, e a delegada coordenadora das DPCAMIs, Patrícia Zimmermann D’Ávila, entraram em campo no Estádio da Ressacada, no intervalo do jogo Avaí x Corinthians, para chamar a atenção para os feminicídios no Estado e a busca para reverter os índices. A iniciativa foi capitaneada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina e contou com a participação de mulheres de vários órgãos e movimentos.

 

Textos e fotos: Assessoria de Comunicação Polícia Civil

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